A GEA oferece uma ampla gama de filadeiras com água quente com roscas, braços mecânicos e pás rotativas, juntamente com equipamentos para corte da coalhada para processamentos versáteis contínuos ou em batelada de queijo de massa filada. Para produtores em pequena escala, oferecemos uma máquina compacta de filagem e moldagem seguindo o conceito all-in-one, com ocupação de espaço reduzido, mas sem comprometer a alta qualidade de processamento reconhecida da GEA.
A GEA desenvolveu filadeiras com água quente que permitem aos nossos clientes processar uma ampla gama de queijos de massa filada. Desde unidades compactas independentes de filagem e moldagem a sistemas de produção contínua ou em batelada para produções de média escala até escala industrial, nossas filadeiras garantem um manuseio suave da coalhada a fim de manter a textura, estrutura e sabor perfeitos do queijo. Os sistemas da GEA possuem um controle preciso da distribuição de água, da temperatura, do tempo de permanência do queijo e da recuperação do soro. Nossas filadeiras podem ser combinadas com a gama de equipamentos da GEA para dosagem de sal líquido e seco e para moldadeiras, incluindo sistemas de carrossel de alta capacidade. Os opcionais incluem tubulações para sistema CIP externo, tratamento antiaderente com Teflon ou Vulcan, automação por PLC e controle com assistência remota.
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A GEA oferece uma variedade de cortadores de massa que são ideais tanto para o processamento contínuo como em bateladas. Com capacidade de acúmulo até 500 kg de massa, nossas tecnologias são desenvolvidas para garantir uma operação robusta, confiável e segura.

Filadeiras com água quente e braços mecânicos para capacidades de produção de 100 - 3.000 kg/h.

Filadeiras com água quente e pás giratórias para produção de 500 – 6.000 kg/h

A GEA oferece uma unidade de filagem com água quente e com braços mecânicos com moldagem integrada, a MINICOMPACT para capacidades de produção de até 100kg/h.

O novo Centro de Aplicações e Tecnologia (ATC) da GEA em Sarstedt, ao sul de Hannover, não é nem um showroom nem um substituto de um laboratório. É um local destinado a testes, coleta de dados e tomadas de decisão em antecipação. É nesse momento que fica claro se um conceito biológico pode se transformar em um processo industrial robusto. Esse passo é maior do que pode parecer.

A termoformagem há muito tempo desempenha um papel fundamental na embalagem de alimentos. Agora, ela está passando por uma grande mudança. À medida que as regulamentações se tornam mais rigorosas, os materiais evoluem e os custos aumentam, as linhas de moldagem, enchimento/envase e selagem precisam fazer mais do que apenas operar de forma confiável - elas agora determinam como os alimentos permanecem frescos, acessíveis e recicláveis. Confira as principais tendências em termoformagem que estão moldando o cenário das embalagens e distribuição de alimentos.