20 de julho de 2026

Uma análise realista do setor de biotecnologia

Não faltam ideias vindas dos laboratórios europeus. E não faltam conhecimentos especializados provenientes das instalações de produção alemãs. O que falta são lugares que reúnam os dois. A GEA inaugurou agora um centro de testes onde, às vezes, um ‘não’ antecipado vale mais do que um ‘sim’ precipitado.

Os engenheiros de testes da GEA, Julian Nüsing e Sofija Milošević, verificam no Centro de Aplicações e Tecnologia em Sarstedt se os processos para aplicações nas áreas de New Food, biotecnologia e laticínios são viáveis industrialmente.

A Europa financia a ciência e fica de braços cruzados enquanto a expansão ocorre em outros lugares. Isso está começando a mudar. Mas é preciso infraestrutura, não apenas declarações de intenções.

Frederieke Reiners,

Vice-presidente de New Food e Biotecnologia, GEA

A tecnologia mais empolgante só faz diferença se tudo ao seu redor funcionar. E não é no laboratório que se aprende sobre ‘tudo o que está ao redor’.

Klaus Stojentin,

Diretoria Executiva da GEA, Divisão de Engenharia de Plantas de Nutrição

Regulamentação: Modelos de “sandbox” promovem a colaboração no setor de biotecnologia

Esse é o verdadeiro resultado do nosso CTA. Trabalhamos com bateladas e protocolos, mas, no fim das contas, o que importa é o entendimento que torna possível o próximo passo.

Sofija Milošević,

Engenheira de testes da GEA

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